FALSOS BOLETOS

De acordo com o Serasa, o boleto bancário é a segunda forma de pagamento mais utilizada no Brasil e talvez por isso criminosos cada vez mais se aproveitam deste montante para aplicar os seus golpes com boletos falsos.

Mas como se prevenir? Como identificar um boleto fake? Ou melhor, como suspeitar se o boleto é falso ou verdadeiro?

Antes das dicas vamos entender os métodos mais utilizados, são eles:

  • Falsificação do código de barras do boleto para boletos frequentes, por exemplo, planos de saúde, cotas de condomínio e outros.
  • Impressão de boletos através de páginas falsas, que forjam faturas.
  • Engenharia social, uma técnica hacker que consiste em simular dados verdadeiros de empresas que você conhece.

Agora vamos as dicas:

1- Banco Emissor

Sempre confira os dados do boleto: data de vencimento, CNPJ da empresa, os três primeiros números do código de barras se são iguais ao código do banco emissor, por exemplo: O código do Itaú Unibanco S/A é o 341, portanto os boletos emitidos por este banco, o código de barras começa com 341.

Para conhecer os códigos dos bancos acesse o site do banco central do Brasil: https://www.bcb.gov.br/pom/spb/estatistica/port/ASTR003.pdf

2- Tipografia

Em muitos casos o criminoso é tão descarado que ele nem se importa se o tipo da letra é o mesmo do boleto, por exemplo:

Vejam que, além da falta de dados, o tipo da letra no número da conta do boleto falso denuncia que se trata de um boleto falso.  

3- Detalhes

Preste atenção nos detalhes, se for uma conta mensal, compare com a anterior, isso é bom até para sabermos se existe algo abusivo ou não, mas neste caso tente olhar para os detalhes: Dados do emissor, Valor do documento, Erros de português e qualidade do documento, como abaixo:

4- Na dúvida, baixe novamente o boleto.

Se você não solicitou o envio do boleto por e-mail, desconfie. E neste caso vá ao site da empresa e baixe o seu boleto.

5- Certifique-se de que o site que usará para a emissão é seguro.

6- Evite redes públicas para fazer este tipo de transação.

O conselho é não usar redes públicas, mas se não for possível evitar o seu uso, fique atento!

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